segunda-feira, 16 de julho de 2012

Vivendo...



Droga...
Porque no Brasil?
Porque eu tinha que ter nascido logo aqui?
Eu queria ver Constantine se virar do jeito que ele faz se tivesse nascido aqui.
A porcaria do livro que eu preciso é uma raridade e não existe por aqui.
Que merda!
Preciso encontrar alguém que possa me emprestar esse livro.
Ou que pelo menos me ajude a encontrar o que eu preciso.
Outra vez apareceram abissais em locais públicos.
Isso é um cu.
E sujo ainda por cima porque a coisa vai começar a feder se isso continuar assim.
Pior que eu não sei o que anda acontecendo pelo resto do mundo.
Ia ser muito azar se isso só estivesse acontecendo aqui.
Isso é uma mulésta dos cachorro viu.
Murrinha.
Gota serena.
Ô raiva da bobônica.
Detesto ficar assim, voando, sem entender o que ta acontecendo.
Bem deixa eu ir pra casa que os meninos vão passar por lá pra gente sair.
O carnaval nem acabou direito e haja festa de ressaca do carnaval hushusahusahushusa.
Pelo menos Fabinho vai ta lá.
Vô beijar muito.
Essa semana foi um saco no colégio, dois testes seguidos, o de matemática e o da lesada da professora de química.
Chata, arrogante e jura que é a tal. Se sente a ultima coca-cola do deserto.
É falta de homem, só pode ser.

Kat então vai correndo pra casa.
Conversa um pouco com seu pai que cobra que ele ainda não levou o namorado pra ele conhecer, Kat diz que se não tiver nenhum problema talvez ou ele vá dormir na casa do Fabio ou Fabio durma lá e que se ele for dormir na casa do Fabio ele vai deixá-lo em casa no outro pela manhã e que assim o pai dele pode conhecê-lo.
O pai de Kat concorda.
Ele da um beijo no pai e vai tomar um banho e se arrumar, pois logo os amigos estariam batendo na porta dele.
Desde a morte da mãe que Kat e o pai se tornaram mais unidos.
Eles aceitaram numa boa o fato dele ser gay, a única coisa é que sempre pediam pra conhecer o menino com quem ele namorasse, nem precisava ficar naquele lance de namorar em casa, só precisavam saber quem era.
O fato de Kat ser filho único só fez aumentar os cuidados do pai dele, mas este não se tornou nenhum paranóico que impedia Kat de sair com os amigos.
Sorte de Kat o pai não saber das coisas em que ele se envolvia como as aparições dos abissais.

O senhor Kaneda Okabe e sua esposa Claudia nunca disseram nada sobre o filho ser bruxo, no começo acharam estranho por não entenderam, mas quando ele explicou como era e quando eles viram umas das reuniões que ele participava ficaram tranquilos.
Kat vestiu uma roupa simples.
Um tênis preto, calça jeans também preta e uma camisa com uma foto de Ryuichi, um personagem de um desenho japonês: Gravitation.
Assim que saiu do quarto viu Paulo e Rafael conversando com seu pai, se despediu dele e foi com os amigos se encontrar com o namorado que estaria com os pais e iria passar em casa primeiro para então se encontrar com eles.