Frio e fome.
Encolhido sob uma improvisada cobertura de folhas Kat treme, suas roupas encharcadas, arranhado, sozinho e sem saber aonde está ele torce para não adoecer e conseguir sair dessa floresta e encontrar algum ser humano que não possa ser um dos seus sequestradores.
Até o momento ele tem tentado sobreviver comendo algumas folhas e frutinhas na esperança de não se envenenar, ainda não tentou fazer nenhuma armadilha, pois não tem certeza de que vai conseguir matar algum animal pra poder se alimentar.
Ainda está se questionando da "sorte" que teve em conseguir sair daquele local, apesar de se questionar porque não foi perseguido até agora, talvez porque não achassem que ele conseguiria sair de lá e se saísse não teria como sobreviver.
Ele acha que o rio o levou longe o suficiente, mas sabe que não pode se demorar muito aonde está, pois sua estratégia de fuga foi bastante óbvia.
Agora é esperar essa chuva passar pra tentar acender uma fogueira, comer alguma coisa e continuar, pelo menos ele ainda não quebrou nada, apesar de estar todo arranhado.
Kat sabe que a magia não pode ajuda-lo, não da forma como ele queria, mas isso não o deixa com raiva, pois sabe que não é dessa forma que a magia funciona.
A fome e o frio fazem seus olhos pesarem.
Pensando em seu pai, seu namorado e seus amigos Kat adormece.
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